Sobre a vida… – Para os seres numa bolha
Eu queria saber que tipo de lógica estranha é aplicada nesta situação: Quando eu produzo conteúdo, aparece ninguém, quando largo por um tempo as visualizações sobem, nem sempre sobem muito, mas sobem. Vai entender, mas isso não é assunto para agora. Quero falar de outra coisa e sem o personagem do barman. Explico isso depois. Está na hora de usar um blog como blog.
Este post será feito graças a uma pessoa, mas como eu tenho certeza de que existem mais pessoas como ela, vamos abranger um pouco. Primeiro, não falarei quem é esta pessoa. Só revelarei que é uma criança de onze (11) anos. Se ela for sensata, não se revelará e tampouco chamará a atenção disto para si. Caso ela não seja: SEJA SENSATA E NÃO CHAME A ATENÇÃO PARA SI!
Pronto, com isso fora do caminho vamos começar. Escrevo, pois aparentemente fui responsável pela primeira desilusão deste ser. Após romper com algumas coisas que fazia e que eram de conhecimento público, ele mandou-me diversas mensagens – com uma escrita sofrível que custei a ler, diga-se de passagem – dizendo que sentia seu coração pesado; marquei a infância dele; que “eu sou foda” e gente boa – mentiras absurdas -; que estou jogando meu trabalho no lixo – o que é problema meu, diga-se de passagem -; que tomou um tiro de doze no coração – simbolicamente, óbvio – e que queria ser meu irmão e chega dessa mensagem que me dói o olho ficar procurando onde eu estava lendo quando eu mudo de tela.
Rapaz, quanto aos seus sentimentos, deixe-me ser claro com uma coisa: Bem vindo à vida. As desilusões fazem parte dela. Acostume-se com isso.
Isso vale para todos: Seres, bem vindos a vida. As desilusões; sofrimentos; mentiras; quedas e inconstâncias fazem parte do caminho. Para os que têm a idade deste garoto e ainda vivem numa bolha e para os que não têm a idade deste garoto e ainda vivem numa bolha: Por favor, acordem! Não peço que vocês joguem fora sua inocência, que é coisa rara neste mundo, não! muito longe disso, peço que não sejam tapados e ingênuos. Também não se devotem a algo tão passageiro como um trabalho, uma pessoa ou mesmo um sentimento.
Senhores, senhoras e senhoritas, sendo muito clichê e constatando o óbvio: A fila anda; o barco navega e a vida continua. Ficar chorando por coisas simples e simplórias… não é que seja ruim, mas na minha humilde visão de mundo, é um desperdício completo de tempo e energia.
Vamos lá, sei que as palavras de um “adulto” são chatas, mas também são necessárias. Detalhe, não sou um exemplo de maturidade – creio que ninguém o é, mas é assunto para outro dia -, porém, tendo em vista a diferença de idade entre esta criança e eu – uma década – e as mensagens que este garoto me enviou a única alternativa que vejo é me colocando como um adulto.
Seres das bolhas em sua maioria crianças: quando adultos, pessoas mais velhas, ou mesmo da sua idade te falam para não fazer algo é porque algum motivo elas têm, não é porquê elas querem justamente o contrário – as pessoas não trabalham com psicologia reversa o tempo todo, do contrário a vida seria praticamente uma sequência de negações intermináveis – é porquê elas querem justamente dizer o que disseram.
Acho que resumi tudo. Só mais uma coisa e isso é só para quem merece tomar essa bordoada: PAREM DE ME TORRAR A PACIÊNCIA!
E torrar a paciência não no sentido de não vir falar comigo, não sou tão antissocial assim – que droga que é essa palavra assim – tampouco um monstro, mas gosto de preservar a mim mesmo; coisa que as pessoas não fazem mais, principalmente graças as redes sociais, mas falo disso num outro tópico.
Antes de ir, aos que quiserem comentar, até mesmo conversar, tudo bem. Meu skype está aqui, o e-mail do pub também. Prometo manter a anonimicidade, é só não me encherem de mensagens que não tenho tanto tempo assim e quando começarem a incomodar, pode deixar que aviso… ou faço um posto gigantesco como agora. Mas que seja. Até mais tarde.
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