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Inusitada aventura burlesca no 8º mar da Patagônia do oeste – Parte II

ter - 18/10/2011 Deixe um comentário

“como explicar,
o inexplicável sem começo,
sem criar um conto de fadas.
logo vemos um tropeço,
de outro algo sem um começo,
por isso começo minha história do meio,
esperando pelo menos uma boa cerveja no fim,
ao invés de uma tranfusão de rim.”

o navio começou a tremer. o céu, a escurecer. eu e o capitão Poe nos olhamos e entendemos que aquilo não poderia ser uma ressaca. nenhum irlandês e nenhum escocês poderia sentir o chão rodar sobre seus pés. nem mesmo a física quântica ou o confucionismo explicaria isso. porém, logo vimos uma sombra no mar, o que nos acalentou a ideia de não estarmos com ressaca, mas nos deixou terrificados com a ideia de ser algum ser marinho desconhecido pelo homem, sóbrio ou não.

pensamos que como armas, além de algumas lanças e facões, teriamos um grande número de garrafas de uísque para arremeçar no monstro ou usar como facas, se quebradas. mas não poderiamos desperdiçar garrafas tão magnificamente feitas por escravos em uma sala de 1,0m por 1,5m; 0,5m a mais que as especificações minimas da ONU, só para deixar claro; que brilhavam mais que o Um Anel.

bem, pensamos então em usar os mais pequenos e troncudos, pois eles eram os mais duros e machuvam mais, mas como não sabíamos do que se tratava, arremeçamos um pequeno e um grande e magrelo, só para ver o que acontecia. nada aconteceu e ainda perdemos nosso cozinheiro.

bem, mas algo começou a se agitar nas águas, e vimos algo submergir da água do oceano atroz, ao lado do Oceano disputado pela républica applamanica e os anarco-capitalistas androdianos, uma raça muito diferente que tem como presidente John Cleese. então vimos a vil critarura mostrar a sua cara linda; sim linda, pois quanto mais linda uma critura mais fodido você vai estar, pois mais você vai ter pena de matá-la; lindamente mostruosa. seu corpo com milhares de braços, ou pelo menos foi isso que eu vi depois de uma viagem e 500 litros de uísque, além de um pouco de rum e cerveja.

mas de qualquer forma, eram muitos braços, ao minimo três, porque isso já é mais do que eu tenho, então são muitos.

a fera soltou um terrível grito, uma mescla de agonia, desespero, raiva, azia (azia e não Ásia, melhor, vamos chamar de pirose para nenhum desatento, com meio cérebro, que deve ser o grande público deste pub, pois para conseguir aguentar estas histórias você tem que ter algum problema) e dor, mas não qualquer dor! aquela dor de quando você acerta a beirada da cama com o dedinho, ou quando alguém rouba sua última cerveja e você já roubou todos da sua família, inclusive a você mesmo, para poder comprar cerveja. é desta dor que estou falando.

nos preparamos e arremeçamos mais alguns tripulantes, até percebemo-nos que não teria muita gente para conseguir manobrar o navio. mas nos lembramos das balas de canhões. então com uma brilhante ideia, capitão Poe fez com que nós lançássemos todas as balas no mar, para  que assim, ficássemos mais leves e pudessemos fugir.

infelizmente, uma das balas caiu no dedinho do mostro, e ele ficou incrivelmente mais irritado, algo que já parecia impossível, e começou a nos destruir.

sem escapatória, tivemos que fazer umas das coisas mais deprimente de nossas vidas. tivemos de jogar as garrafas de uísque vazias no mostro. sim, fizemos este sacrilégio. mas pelo número, como disse na parte um desta desgraça de história, tinham milhares de garrafas e cd’s da Lady Gaga boiando pelo mar, fiquei um pouco menos envergonhado, pois o restante de garrafas eram de uma bebida chamada Big Crunch, que como o nome já diz, é igual a teoria, só que em vez de o universo implodir, é seu cérebro que encolhe.

após alguns instantes percebemos que o mostro gigante, com milhares de braços, tinha uma pele da grossura de um texano e da dureza de um quasicristal, ou seja, nós perdemos preciosas garrafas a toa.

por um pequeno acidente, na verdade o tripulante que arremeçou esta garrafa estava bêbado, é caolho, vesgo, tem uma perna de pau, e a mão que ele usou para arremeçar a garrafa é torta e menor. então pela soma desses fatores que deixaria até mesmo Descartes de cabelo em pé e deixa a equação de Drake no chão, o velho conseguiu acertar a garrafa na boca do monstro.

a cena poderia ter parecido uma versão real da cena do filme “300″, em que o Leônidas cheio de bomba arremeça a lança em Xerxes. Porém alguém com a aparência deste nosso amigo, velho amigo e tripulante, mais pareceu uma anão arremeçando um lutador de sumô com as axilas.

então o monstro, inesperadamente ficou bêbado, e mostrou porque nós irlandeses somos mais mostruosos que ele. não é só pelo fato de termos três figados e uma porção de rins, além de olhos mais aguçados para podermos diferenciar as duplicações que aparecem ao beber o equivalente ao volume de água em seu corpo em cerveja. nós também temos uma incrível resistência ao álcool; álcool extra neutro, álcool isopropílico, álcool etanol e qualquer tipo de álcool existente; o que nos da uma grande vantagem para conseguirmos nos manter em pé em uma boa briga de pub; como a famosa guerra dos pubs do oeste do bairro da vila do seu pintim-meio-dedo-do-meio-luxado-porcausa-de-uma-confunsão-entre-uma-tomada-eumfocinho-de-porco; e isso é uma habilidade genética, poucas pessoas tem-a no mundo, além de nós. e este monstro não a tinha.

bem o começamos, nós, a arremessar garrafas e mais garrafas na de uisque vazias na boca do sr. mostro; aparentemente nós não poderiamos ter feito isto, pois aquele mostro era menos de idade tendo somente 222, e a lesgilação daquela parte do oceanos só nos permite dar bebidas a monstros com pelos menos 666, eu sei nós somos umas bestas; e como todos sabemos, o álcool do uisque fica impregnado até mesmo nas particulas atômicas e subatômicas da garrafa, deixando o monstro bêbado, mesmo não havendo bebida.

começamos então a manobrar a embarcação e arrumar as velas, com somente um terço de uma quintilha de um sempticélhimo de nossa tripulação, pois a maioria usamos de testes para arremessar no monstro.

então o monstro tombou e com sua queda, houve uma enorme onda, a qual fez com que nosso navio levado por uma tsunami de 300 pés franceses, que fez com que nós saissemos mar afora, com uma velocidade enorme, enquanto o monstro ficava estirado, lá atrás, na água.

nosso barco vagou a esmo pelos mares, rios; poluidos ou não; represas, Wet N’Wild’s e franquias da igreja pentecostes do pasto Silas Malfalsário; quem não entendeu a piada, é que quando vocÊ passa por uma dessas, você passa por uma dessas, eles tomam uma todo seu dinheiro formando um mar de dinheiro e depois você toma um balde de água fria na vida; até que encalhamos em uma praia, de areia cinza, como um carro de trabalhador de classe média-baixa e fria, como uma piscina na chuva no meio do inverno.

foi então que nossas aventuras começaram.

para quem aguentou a história até aqui, acalmessem, a terceira história vai sair no dia que eu quiser… isso se eu não entrar em greve. muito obrigado e boa noite a todos.

CategoriasHistórias, Política, Viagens Tags:

Inusitada aventura burlesca, no 8º mar da Patagônia do oeste – Parte I

seg - 03/10/2011 1 comentário

“Foi em uma neblina gelada
Que eu me perdi
Tomando litros de cerveja
Que eu roubei de um guri.
Por pouco não morro
Por tudo o que passei
E estou aqui para contar
Por onde viajei
Eu, este velho irlandês.”

Sim meu amigos, retornei com um novo fígado para lhes contar o que me ocorreu um dia desses e mais uma nova crise gerada. Outro dia eu, passeando com meus velhos amigos Owen e James Joyce, percebi que estava com uma terrível sede por um bom whisky; whisky, e não whiskey, que é o irlandês ou até americano e sim o verdadeiro Scotch whisky; foi então que pedi a meu bom amigo barman, Owen, para que quando voltassemos para nosso querido pub, ele me servisse de um maravilhoso copo de Black Label, porém, infelizmente ele me disse que não seria possível. O carregamento de whisky estava atrasado.

Atrasado, pois naquela mesma semana havia ocorrido o festival “gaita de foles da alegria”. Um festival escocês muito famoso, onde ocorrem muita competições, como o famoso arremesso de whisky; onde os competidores têm de colocar whisky dentro de uma gaita de foles especial, com uma boca para assopro e outra para a saída, saida normalmente da música, mas neste caso bebida.

Com isso temos competição de longa distância, competição de maior altura e tiro ao alvo no kilt do vizinho. Isso geralmente faz com que 90% do whisky proveniente da Escócia acabe. O restante foi mandando para alguns seletos países, como Alemanha, Brasil, Inglaterra e Irlanda. O problema é que os marinheiros, todos escoceses, ainda estavam bêbados pela participação no famigerado festival e por isso que muitos erraram o caminho, outros fugiram com o carregamento e os que conseguiram chegar estavam dormindo nas docas.

Fui então até lá e achei o navio de um velho amigo, o capitão Poe. Obviamente “il captan” estava tão bêbado quanto qualquer bom escocês. Decidi não incomodá-lo e fui diretamente até o carregamento de whisky. Ele me conhecia e eu podia fazer isso a vontade por ser um velho amigo. Chegando a área onde se encontrava o carregamento, instantaneamente deparei-me com um monte de maravilhosas caixas com o whisky de meu bom amigo, Johnny Walker, este que já rapidamente me convidou para  beber com ele. Comecei a tomar todas e mais um pouco. Guardei algumas garrafas em minha jaqueta e quando estava a ir embora, resolvi dar uma passadinha no banheiro. Sentei-me no “trono” e acabei por dormir.

Quando dei por mim, ou seja, quando o efeito do álcool estava pensando em passar, acordei com minha barriga chacoalhando para um lado e para o outro. Rapidamente percebi que ou a ressaca estava tendo um efeito anormalmente forte, ou o barco estava se movendo. Á, sim, fazendo um pequeno adendo para aqueles que como eu gostam de beber, porém, ficam com uma ressaca mortal no dia após a bebedeira, aqui vai duas dicas para você nunca mais ter problemas com a ressaca: 1º, faça como qualquer bom irlandês, matenha-se eternamente bêbado ou o mais bêbado possivel, tendo como café da manhã alguns goles de conhaque e depois Bailey’s misturado com ovos para que seja algo bem nutritivo, mas caso você não seja provido de três figados como todo bom irlandês. Beba uma boa garrafa d’água, isto é, se você estiver sóbrio o suficiente para acertar sua boca. Em seguida tome dois, repito dois, analgésicos como novalgina ou cebalena, e só, você estará pronto para mais um trago.

Voltando a historia que eu estava a contar, me utilizei de todas as forças e o apoiador para deficientes físicos do banheiro e levantei-me. Saí para a sala a qual haviam muitas e muitas garrafas de whisky e percebi que, de repente, estava vazia. Cheguei a conclusão de que: ou o barco fora saqueado por alguns irlandeses, ou os marinheiros haviam ficado sóbrios, deixado o carregamento nos locais necessários e partido enquanto eu dormia. Uma pena, pois não consegui dar meu Farewell para a minha querida Irlanda. Foi quando decidi ir até a cabine do barco, onde encontrei o capitão Poe, ainda um pouco alterado com o álcool no sangue devido ao whisky da entrega.

Fiz-lhe o comprimento dos marinheiros escoceses, que consiste em dar um twist duplo carpado, cair e se apoiar com o mindinho do pé esquerdo enquanto toca o nariz no chão e bate uma palma na barriga de seu amigo. Após todas as cerimonias, sentamos e conversamos enquanto um marujo tocava a música “Row Bullies Row”.

Conversamos sobre o céu, a terra e principalmente o mar. Á, o mar, doce e maravilhoso mar. Há quantos anos que eu não saía em uma viagem de navio pelos mares de nosso planeta? Poe me disse sobre a falta de whisky que haveria na Escócia e sobre uma de suas primas que havia ganho a medalha de ouro no arremeço de bode. Á tal da prima, me lembrei mais tarde, foi uma de suas 42 primas com as quais já dormi e realmente ela tem uma força que faria o mais parrudo dos jogadores de rugby se assustarem. Á, maravilhosas mulheres escocesas, as mais fortes e belas do planeta.

Perguntei a ele sobre suas viagens e ele me disse que estava indo a Patagônia do oeste, uma parte da grande terra do fogo, lugar onde se é pega a essência do whisky, onde se pega a “água da vida”, água que só existe naquele único ponto, a água mais limpa e pura do mundo epara além de pegar a água poder escrever algumas de seus preciosos poemas. Nunca disse a ninguém mas foi o famigerado Capitão Poe quem me tranformou em um bardo. Me ensinou a cantar, tocar instrumentos variados, escrever poemas, arremeçar bodes e beber três copos de whisky flambados e queimar a barba.

Achei ótimo, pois fazia alguns anos que eu não ia aquele país. Desde a grande guerra das marinhas do Paraguai, da República Tcheca contra a marinha aérea do País das Maravilhas. Foi quando nos perguntamos se estavamos no caminho certo que uma neblina terrivel surgiu sobre nós e pela primeira vez na vida eu entendi a tal névoa que as pessoas normais falam que fica sobre seus olhos quando embebedavam-se.

Mas manti minha tranquilidade tomando uma dose cavalar de whisky cavalar, misturado com ovos, farinha de trigo, azeite e um pouco do santo daime. Me reforcei e preparei-me para enfrentar o que viesse a nos tentar destruir. A sim esqueci de lhes contar, para se chegar a Patagônia do oeste, é preciso ser um marujo bem destemindo e corajoso, pois há varios mostros, cantores religiosos, políticos, vendedores de encicloédia, apresentadores de programas que passam aos domigos e mulheres com vestidos cor de rosa que cantam Lady Gaga, além é claro de várias garrafas de whisky vazias jogadas a esmo no mar, ou seja, alguns dos piores medos dos bons cidadãos irlandeses.

Ficamos a mercê da correnteza por algumas horas, pois o “fog” umidificava as velas e o vento não estava a nosso favor, porém, nossas almas também estavam umidificadas pelo rum que restava nas privadas de sua cabine.

Foi quando algo aconteceu, ninguém  poderia realizar, mas foi uma das maiores aventuras mais burlescas que eu já passei…

Snowboard no monte Cook

qua - 10/08/2011 Deixe um comentário

Muito mais legal que o pão de forma.

Este imagem ao lado foi feita na Nova Zelândia. Terra de vulcões, praias, planícies, cadeias montanhosas, neve e Kiwis. E esta história é mais uma pequena parte de como foi fundado o Fox Pub.

Foi num período de férias, quando O Proprietário havia ido para a Nova Zelândia para estudar como funcionavam os bares e o turismo naquela região. Uma coisa muito interessante, afinal por ter quase todos diversos tipos de terreno, a Nova Zelândia praticamente compreende todos os tipos de serviço em lugares muito próximos.

Logo, Owen estava aprendendo como os donos de bares, hotéis e restaurantes lidavam com o frio, o calor e temperaturas medianas. E como ele também estava de certa forma em férias, resolveu não só aprender como aproveitar a paisagem natural que o país tinha a oferecer.

Amostra dos terrenos neo-zelandeses

Paisagens que mesmo subjetivamente belas, acabam por ser um subjetivismo apoiado por muitos dos seres que as visitam. Afinal todo país que possua todos os tipos de terreno de terreno como a amostra ao lado merece ser instantaneamente respeitado.

Foi quando ao andar de snowboard, nosso barman encontrou com um avestruz selvagem andando de ski. Foi uma das coisas mais incriveis que ele já tinha visto desde a invenção do pão de forma junto com a distribuição em larga escala do guaraná.

Decidi seguir o avestruz colina abaixo, porém, ele já estava muito rápido quando pensei em segui-lo e acabei perdendo-o no meio do caminho. Mas ao voltar para o teleférico que me levaria ao topo da montanha mais uma vez me encontrei com o Avestruz na fila.

Impressionado, fui tentar falar com ele e apesar de meu avianês estar um tanto quanto enferrujado, conseguimos nos comunicar e combinamos que iríamos apostar uma corrida. Ficou decidido que o perdedor teria de pagar ao vencedor um jantar naquela noite com a bebida inclusa.

Obviamente estávamos bem competitivos. Afinal um irlandês comum pode beber todo o estoque de cerveja ou metade do estoque de Whisky de um bom restaurante enquanto um avestruz pode ficar horas comendo de tudo. Resumindo, seria muito caro, para qualquer um de nós. Além disso houve o fato de que algumas pessoas decidiram apostar em nossa corrida pois era uma coisa não tão usual quanto corridas entre Kiwis e os Pinguins de olhos amarelos.

Ele gosta de dançar.

Mas os dois subiram juntos pelo teleférico e enfim chegaram ao topo do monte Cook, para que a corrida pudesse ter início. A notícia havia se espalhado rapidamente pois como algumas pessoas ouviram sobre o teor da aposta do proprietário com o avestruz e sobre outras apostas que as pessoas já estavam fazendo; os donos de bares e restaurantes começaram a competir entre si para ver onde os dois iriam jantar mais tarde e ganhar horrores com as contas. Quando chegamos ao topo foi dado início a corrida. O proprietário em seu snowboard e o avestruz em seus esquis. A descida seria complexa, cheia de obstáculos e com direito a aparição do terrível homem das neves (veja figura ao lado.) que teimava em ficar dançando enquanto passávamos.

Após o caloroso “Alô” que o Avestruz e o Proprietário conseguiram acenar para ele enquanto ele corria atrás deles, os dois continuaram a descer o monte numa velocidade espantosa. Após passar por árvores, rampas naturais e obstáculos de rocha e neve acumulada, os dois começaram a chegar próximo ao final.

Lembro até hoje do final da corrida, eu consegui alguns parcos centímetros de vantagem e ganharia por muito pouco do avestruz na linha de chegada, porém, esqueci que ele era um avestruz. Ele esticou seu longo pescoço e fez com que meus parcos centímetros de vantagem se tornassem nada. Graças ao pescoço dele nós empatamos…

Foram tiradas fotos. Pessoas compararam, mas não havia jeito. Foi declarado empate. Apenas poucas pessoas comemoraram; afinal não são muitos que pensam em apostar num empate. Os donos dos restaurantes locais também ficaram um tanto quanto desapontados, afinal haviam perdido dinheiro de aposta e perderam tempo competindo para ver onde iria ser o jantar.

Mas o Proprietário após a corrida continuou a falar com o Avestruz e os dois decidiram mesmo assim ir jantar em algum lugar para comemorar o que seria uma amizade interessante. Durante o jantar, descobri que o Avestruz era Australiano e não Neo-Zelândes como havia pensado. Ele trabalhava com restaurantes, e era chefe no seu próprio, visto que boa comida sempre havia sido sua paixão desde que era um pequeno; agora no caso um Emu, visto que ele era australiano; Emu.

Eu contei que por ser Irlandês, sempre havia apreciado boa bebida e queria abrir um Pub. Ele muito gentilmente me deu algumas dicas e disse que possuía alguns parentes espalhados pelo mundo e conversaria com alguns para ver se estavam precisando de um barman em algum de seus restaurantes.

Era basicamente uma chance ao proprietário de ganhar experiência no ramo e continuar economizando para abrir o seu Pub. Brindei a saúde dele, ele brindou a minha, brindamos mais uma vez o resultado da corrida e resolvemos fazer mais uma competição. O Emu apostou com o Proprietário que ele conseguiria beber mais álcool que ele, por sua vez o Proprietário apostou com o Emu que ele conseguiria comer mais do que ele.

Desnecessário dizer que no final da noite o restaurante tinha em suas mãos um irlândes passando mal de tanto comer e um Emu bêbado, coisa rara na Nova Zelândia. Mas ao menos ficaram felizes devido ao tamanho da conta.

A equipe do Fox Pub deseja a todos um bom dia e espera que tenham aproveitado mais este trecho da história de como o Pub foi fundado.

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